… retardo a minha saída do carro para acabar de ouvir “Os Sinais” de Fernando Alves, na TSF. Diz ele, com a sua inconfundível voz “de rádio”, o poema “A palo seco” de João Cabral de Melo Neto, um dos poetas de que mais gosto, e que fala do flamenco – el cante jondo – de uma forma seca, contida e ao mesmo tempo luminosa.
E lembro, há muitos anos, ainda os dias eram escuros, uma representação da peça “Morte e Vida Severina” do mesmo poeta, com música do Chico Buarque, pelo Teatro dos Estudantes da Universidade Católica de São Paulo, num Império completamente cheio…
Como dizia o outro, “isto anda tudo ligado!”
Tenham um bom Dia do Livro!
Abril 23, 2009 ás 9:24 pm |
Fui ler. Belo poema.